domingo, 14 de agosto de 2011

God Save The Queen

Hoje estava bisbilhotando na net sobre alguns cantores novos que descobri e os ingleses são mesmo imbatíveis. Minha amiga Alessandra me falou sobre Florence and the Machine, e comecei a ouvir. Amei o som, um rock bem underground do jeito que gosto. Ela já é de uma nova geração, mas comecei a pensar como os ingleses são fundamentais na música como um todo. Aí foi só puxar na memória todas as bandas e cantores da Grã-Bretanha que independente do meu gosto, fizeram história. Tudo bem, vamos começar pelo óbvio, The Beatles. Nem vou ficar discursando que vou chover no molhado. Ainda bem que Paul Mcartney ainde vive e pronto! Ringo, sorry, mas você não compunha nada. Em seguida, os meus favoritos The Rolling Stones - peço desculpas a todos os beatlemaníacos, mas prefiro o louco do Mick Jagger. Eu e meu amigo, Grilo...rs. Eles tocam juntos até hoje e isso merece muito respeito. "It's only rock and roll, and I like..." Em homenagem ao meu irmão heavy metal, que venham: Iron Maiden com seu fodástico Bruce Dickinson. Segundo Flavio Izzo, é o baixinho com um dos alcances vocais mais altos e consistentes do mundo. Aí nessa linha, Deep Purple, Motorhead, Black Sabbath e seu passado e ameba Ozzy Osbourne (vão me xingar por isso, já estou preparada), Def Leppard e claro, Sex Pistols, um dos fundadores do Punk Rock. Por favor, lembranças ao David Bowie, o camaleão do rock. Minha homenagem especial ao Led Zeppelin - Robert Plant e sua trupe fazem parte da minha formação musical. Minha música preferida deles é ALL MY LOVE. "Starway to Heaven" é linda, mas é para os fracos sem memória musical. Led Zeppelin é muito mais que isso! Ouça os discos III, IV e Houses of the Holy, que já dá pra entender um pouco melhor o que é Led. Pink Floyd também não pode ficar de fora e merece muuuuito respeito. Esse grupo que lançou o rock progressivo, fez história com o disco e depois o show que os levou a falência, THE WALL, também vieram da ilha de Henrique VIII. Lembranças também para Genesis, de Peter Gabriel e Phil Collins, que depois teve uma carreira solo fantástica! Ainda numa linha romântica, temos Elton John e mais recente nas trilhas sonoras, James Blunt. Outros talentos britânicos: Oasis, Coldplay, Joss Stone, Amy Winehouse, Adele e muitos outros. Todos eles, sensacionais. Um carinho especial para The Pretenders - famosos por "I'll Stand by You", "Don't Get me Wrong" e "Back on The Chain Gang", que são ótimas músicas. Mas a nº 1 deles pra mim é "Brass in Pocket". E se eu deixasse de fora uma das bandas mais completas dos últimos tempos, não serei perdoada jamais! Essa é para a Fabíola: QUEEN. Quem nunca viu um DVD de Fred Mercury cantando e levando o público ao delírio, não sabe o que está perdendo. Ele é sem dúvida, um dos maiores show man que já existiram! Um grupo que vai do romance ao rock and roll com tanta sutileza e energia ao mesmo tempo, deve ser lembrado pra sempre. Na minha humilde opinião, a música mais completa em termos de ritmos e estilos se chama BOHEMIAN RHAPSODY. Eles vão da ópera ao rock mais pesado na mesma canção. Vale a pena ouvir também "Crazy Little Thing Called love", "Somebody to Love", "I want to break free", e por aí vai que não acaba mais. Das letras românticas, a mais lembrada é "Love of My Life", mas a que eu amo de paixão é "I was born to love you".

Sem dúvida, tem muito mais ingleses perdidos por aí e que estou me esquecendo no momento. Se lembrar de alguém, deixe sua sugestão. And, GOD SAVE THE QUEEN!

domingo, 10 de julho de 2011

Músicas para ouvir Sozinha

Existem algumas músicas que adoro ouvir sozinha. Normalmente elas não refletem o meu estado de espírito, ou seja, não preciso estar na fossa para ouvi-las. Eu gosto e pronto! Só que elas são down, e não é todo mundo que entende essa pira. Os títulos normalmente já indicam a natureza deprê da música. Mas aqui o que vale é a emoção que essas músicas transmitem. Para eu poder desafinar à vontade e não me precupar com que os outros vão pensar, prefiro ouvi-las sola. Quando estou com minha turma, sugiro algumas dessas canções, depois que todos já estão de porre. Aí, não dá nada...rs. 1. I CAN'T SEEM TO MAKE YOU MINE (THE CLIENTELE) - traduzindo: eu não consigo ver você sendo minha/meu - mesmo com esse título trisssssste, a música é belíssima! Faz parte da trilha sonora da Casa do Lago, que aliás também tem Nick Drake com sua Pink Moon e Paul Mcartney. 2. NE ME QUITE PAS (JAQUES BREL) - "não me abandone", é o resumo da ópera dessa música que alguns acham que serve para cortar os pulsos, eu prefiro ouvi-la com uma taça de vinho. 3. I WISH WERE BLIND (BRUCE SPRINGSTEEN) - "eu queria ser cego" - essa música é de uma delicadeza e demonstra um sofrimento que me toca. I Love Bruce! 4. IN MY PLACE (COLDPLAY) - o Coldplay também tem uma veia dramática bem forte nas suas composições. Essa letra é demais e eu adoro!!!! 5. THE STORY (BRANDI CARLILE) - essa eu curto ouvir sozinha, mas também ouço com a Dri e a Clélia. Nossas histórias se cruzam nessa música. Adoro a parte "all of my friends think I'm blessed, but they don't know my head is a mess...". E o mais interessante, essa música começa num tom deprê, mas depois ela tem uma força impressionante. 6. NASCENTE (FLAVIO VENTURINI) - O Flavio e todos do Clube da Esquina fizeram parte de um momento muito marcante da minha vida. Essa música entra na alma da gente. Até toco no violão com os amigos que tbém apreciam, mas ouvi-la sozinha me faz viajar no tempo. 7. ATRÁS DA PORTA (CHICO BUARQUE) - o Chico é o melhor compositor brasileiro na minha opinião. E ele tem uma lista de músicas instrospectivas que vai longe. Bueno, essa em especial é bem tocante. 8. HOW CAN YOU MEND A BROKEN HEART (AL GREEN) - já mencionei essa música anteriormente, pois adoro o Al Green. Com esse título "Como você pode remendar um coração partido?" parece um incentivo a depressão, mas acho linda mesmo assim. Trilha sonora do Noting Hill e Sex and the City. 9. VENTO NO LITORAL (RENATO RUSSO) - toda vez que vejo o mar me lembro dessa música. É triste pra arrebentar...rs. 10. HIGH (JAMES BLUNT) - 99% das músicas do James são down, e a letra dessa é até bonitinha, não tem nada que remeta a tristeza, só a melodia. Agora, SAME MISTAKE, essa tenho que ouvir sozinha para desafinar sem medo de ser feliz. E você? Que música gosta de ouvir sozinho?

terça-feira, 14 de junho de 2011

As Pontes de Madison (atendendo a pedidos II)

Quem ainda não assistiu AS PONTES DE MADISON (The Bridges of Madison County), talvez não entenda o que vou escrever sobre esse filme. Atendendo ao pedido da minha amiga Nathalia Leinig, comecei a refletir sobre essa história, que fala de um amor avassalador que acontece em 4 dias. Para mim, a palavra que resume o filme é INTENSIDADE. Ela é tão forte e tão real que parece que os 4 dias duram anos. Bem resumido, Clint Eastwood faz um fotógrafo da National Geographic, Robert Kincaid, que vai até o condado de Madison, no interior do Iowa - EUA - fotografar as famosas pontes cobertas. E nessa viagem, ele conhece Meryl Streep, que faz Fancesca, uma italiana casada com um americano, dois filhos, e que está sozinha cuidando da fazenda, já que sua família estava viajando.
A história vai se desenrolando, eles vão se conhecendo, mas a paixão é tão forte e tão presente, que ninguém (nós, pobres mortais) quer que aquilo acabe. Vocês podem perguntar: e daí? Não tem nada de novo nessa história. Porém, todavia, entretanto, aquela verdade que eles vivem, mostrada com respeito e carinho faz parte de um mundo distante da realidade dos dois. E é nesse momento, que o filme mostra toda a sua dor e profundidade. E claro, os questionamentos: será que um amor com pessoas tão diferentes acontece mesmo? Será que todo mundo tem a coragem de assumir um relacionamento assim? Deixar o marido e os filhos para viver uma grande paixão? Detalhe importante: a história se passa nos anos 60, ou seja, algo mais difícil de assimilar pela época. Os hippies ainda não tinham chegado no Iowa. Ele faz de tudo para que ela vá embora com ele e ao mesmo tempo, entende a situação que ela vive. Por isso, ele deixa claro a sua vontade, mas deixa a decisão na mão dela.
A melhor cena das "Pontes" é aquela em que ela está no carro, com o marido, que desce num posto de conveniência. Ela vê o carro de Robert do outro lado da rua esperando por ela, e ali naquele exato momento, dá vontade de gritar. Sim, porque ela não vai. Apesar disso, ela nunca o esqueceu e vice-e-versa. O amor dos dois ficou guardado nas lembranças, e só após a morte dela (muitos anos depois) é que os filhos descobrem tudo o que tinha acontecido (o filme passa em flashback). E mesmo com um final triste, o lado bacana dessa história é o cuidado que eles tem um com o outro, o respeito e a admiração. E o talvez o pior: a certeza que ambos tinham de serem almas gêmeas, e que não ficam juntas.
Mesmo que muitos digam que isso é coisa de cinema, eu acho esse filme muito verdadeiro. Sem dúvida, tem toda perfomance dos dois atores que é fantástica, e também a própria direção de Clint Eastwood. Mas acredito que duas pessoas podem se apaixonar e se descobrir na idade adulta (como é o caso) e podem sim, viver um grande amor.
Tomara que todo mundo ache seu amor (quem ainda não encontrou), e espero que ninguém tenha que passar por um dilema desses. Mas sem dúvida, nos dias de hoje é muito mais fácil virar uma página e se extasiar de amor. Não é menos dolorido, mas é menos complicado. Eu pelo menos, procuro por isso.
Baccios!

domingo, 5 de junho de 2011

PULP FICTION - atendento a pedidos

Quem me conhece, sabe que sou uma amiga fiel, e por isso, estou atendendo o pedido da Nádia, minha amiga que ama PULP FICTION. Eu não tinha escrito nada ainda, pois pra mim, esse filme é ultra cult, um clássico do cinema, e fiquei com receio de escrever alguma bobagem. Passados os traumas, vamos aos fatos: 1. A trilha sonora é poderosíssima! Pra não dizer: perfeita! Hoje você essa moçada desinformada que ouve "Pump it", que eles acham que é criação do Black Eyed Peas, mas nada mais é que uma adaptação de "Punpkin and Honey Bunny Misirlou", e que é uma forte referência do filme. E tem mais: Al Green, Urge Overkill que regravou um clássico do Neil Diamond, Dusty Springfield. Enfim, só os the bests! 2. Pulp Fiction colocou o John Travolta de volta ao mapa. Esse filme foi a guinada na carreira de um cara que não se desprenda dos Embalos de Sabado a Noite. Ainda sobre o elenco, o Tarantino conseguiu juntar gente pouco conhecida (na época), como Samuel L. Jackson e Uma Thurman, com Bruce Willis e Cristopher Walken. 3. O roteiro: original e fantástico! É tão bom que ganhou o Oscar de roteiro original. Depois de Pulp Fiction, muitos filmes com histórias que pareciam desconexas e complexas começaram a pintar em Hollywood. 4. QUENTIN TARANTINO - ele conseguiu reinventar muitas coisas com Pulp Fiction, e claro, colocou o nome dele na calçada da fama (não sei se está lá de fato, mas merece). Não é qualquer um que junta uma boa história, com um bom elenco e uma boa trilha. O fato mais curioso desse filme para mim, é que quando o vi pela primeira vez, logo depois de lançado (o filme é de 1994 e eu vi em 1995) eu fiquei em estado de choque! Achei fortíssima a cena de overdose da Uma Thurman, entre outras, e fiquei assustada com aquele submundo em que as pessoas matam e saem para tomar café. Alguns bons anos depois, revi, e continuei achando o filme excelente, mas já me acostumei com a violência na tela. São os anos vividos na selva de pedra. Valeu Tarantino!!!!!

No more lists

Pessoal, apenas um aviso aos navegantes: não vou mais fazer a porra da lista de bandas e artistas em ordem alfabética. Percebi que ia virar escrava do meu próprio blog, algo que não é bacana e outra: gosto de escrever sobre coisas que me inspiram diariamente, e isso não tem ordem. Essa semana por exemplo, eu só ouvi SADE. E pensei, preciso escrever algo sobre ela no blog, mas ela é da letra S, e eu nem saí da A....kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Ou seja, vamos voltar ao formato inicial. Bjos, Ká.

A de Arnaldo Antunes!

Confesso que nunca fui uma big fã do ARNALDO ANTUNES. Sempre gostei desde a época dos Titãs, mas depois na carreira solo, nunca pensei "vou comprar um CD", ou algo do tipo. Aliás, eu sempre gostei das parcerias dele, principalmente com a Marisa Monte, que essa sim, sempre fez a minha cabeça. Até que, vi o DVD dele: AO VIVO LÁ EM CASA. Esse show que foi gravado dentro da casa do Arnaldo é perfeito!!! Primeiro, a sacada de ser a casa, o lar. Ele montou o palco no terraço, e os convidados ficaram vendo de baixo e transitando pela casa. E que convidados: a abertura fica por conta dos DEMÔNIOS DA GAROA, que são ícones paulistanos. Depois, começam a chegar, Jorge Ben Jor, Erasmo Carlos, Wanderléa, Marina Lima, o cara da "Palavra Cantada" - que minha amiga que é mãe, a Adriana, reconheceu - enfim, uma coisinha básica, aqueles velhos amigos que frenquentam a casa da gente...rs. Ah, não posso esquecer de citar o Edar, guitarrista do Ira, que toca junto o tempo todo, é porque esse cara é "o guitarrista", para quem não sabe. Vale à pena assistir o DVD do início ao fim. O repertóorio é excelente, todas as músicas e participações especiais ficaram muito bacana, mas a minha favorita é VEM CÁ. Fica aqui a minha reconsideração, a minha mão a palmatória: ARNALDO ANTUNES É SHOW!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Letra A III - Al Green

Eu já ia começar a fazer a letra B e me lembrei da gafe que eu ia cometer: está faltando o AL GREEN. Uma das mais famosas dele é "Let´s Stay Together", que é belíssima. O soul que esse cara canta é tudo! Mas as minhas preferidas são: TIRED OF BEING ALONE e HOW CAN YOU MEND A BROKEN HEART. Essa última, que é daquelas bem dramáticas, é ótima pra ouvir sozinho...rs. Soul anos 70 é Al Green na veia!