Sem dúvida, tem muito mais ingleses perdidos por aí e que estou me esquecendo no momento. Se lembrar de alguém, deixe sua sugestão. And, GOD SAVE THE QUEEN!
Sem dúvida, tem muito mais ingleses perdidos por aí e que estou me esquecendo no momento. Se lembrar de alguém, deixe sua sugestão. And, GOD SAVE THE QUEEN!
Quem ainda não assistiu AS PONTES DE MADISON (The Bridges of Madison County), talvez não entenda o que vou escrever sobre esse filme. Atendendo ao pedido da minha amiga Nathalia Leinig, comecei a refletir sobre essa história, que fala de um amor avassalador que acontece em 4 dias. Para mim, a palavra que resume o filme é INTENSIDADE. Ela é tão forte e tão real que parece que os 4 dias duram anos. Bem resumido, Clint Eastwood faz um fotógrafo da National Geographic, Robert Kincaid, que vai até o condado de Madison, no interior do Iowa - EUA - fotografar as famosas pontes cobertas. E nessa viagem, ele conhece Meryl Streep, que faz Fancesca, uma italiana casada com um americano, dois filhos, e que está sozinha cuidando da fazenda, já que sua família estava viajando.
Quem me conhece, sabe que sou uma amiga fiel, e por isso, estou atendendo o pedido da Nádia, minha amiga que ama PULP FICTION.
Eu não tinha escrito nada ainda, pois pra mim, esse filme é ultra cult, um clássico do cinema, e fiquei com receio de escrever alguma bobagem. Passados os traumas, vamos aos fatos:
1. A trilha sonora é poderosíssima! Pra não dizer: perfeita! Hoje você essa moçada desinformada que ouve "Pump it", que eles acham que é criação do Black Eyed Peas, mas nada mais é que uma adaptação de "Punpkin and Honey Bunny Misirlou", e que é uma forte referência do filme. E tem mais: Al Green, Urge Overkill que regravou um clássico do Neil Diamond, Dusty Springfield. Enfim, só os the bests!
2. Pulp Fiction colocou o John Travolta de volta ao mapa. Esse filme foi a guinada na carreira de um cara que não se desprenda dos Embalos de Sabado a Noite. Ainda sobre o elenco, o Tarantino conseguiu juntar gente pouco conhecida (na época), como Samuel L. Jackson e Uma Thurman, com Bruce Willis e Cristopher Walken.
3. O roteiro: original e fantástico! É tão bom que ganhou o Oscar de roteiro original. Depois de Pulp Fiction, muitos filmes com histórias que pareciam desconexas e complexas começaram a pintar em Hollywood.
4. QUENTIN TARANTINO - ele conseguiu reinventar muitas coisas com Pulp Fiction, e claro, colocou o nome dele na calçada da fama (não sei se está lá de fato, mas merece). Não é qualquer um que junta uma boa história, com um bom elenco e uma boa trilha.
O fato mais curioso desse filme para mim, é que quando o vi pela primeira vez, logo depois de lançado (o filme é de 1994 e eu vi em 1995) eu fiquei em estado de choque! Achei fortíssima a cena de overdose da Uma Thurman, entre outras, e fiquei assustada com aquele submundo em que as pessoas matam e saem para tomar café. Alguns bons anos depois, revi, e continuei achando o filme excelente, mas já me acostumei com a violência na tela. São os anos vividos na selva de pedra.
Valeu Tarantino!!!!!